O mercado português de software para construtoras costuma esconder o preço atrás de um "pedir demonstração". O worker.pt funciona ao contrário: os três planos e o que cada um inclui estão sempre visíveis, sem contacto comercial obrigatório para veres um número.
Software de orçamentos para construção civil em Portugal costuma seguir um de dois modelos: subscrição mensal por utilizador/obra (o mais comum entre ferramentas focadas em orçamentação) ou proposta à medida, típica de plataformas mais completas de gestão de obra e faturação certificada, onde o preço só aparece depois de uma demonstração comercial.
Nenhum dos dois modelos é "errado" — depende da complexidade do que precisas. Mas para uma pequena empresa ou trabalhador independente, perceber o custo antes de agendar uma chamada poupa tempo.
Para dar números concretos em vez de intervalos vagos, aqui estão as ferramentas portuguesas de orçamentação e gestão de obra com preço consultável, e o worker.pt ao lado. Valores consultados nos sites oficiais em setembro de 2026.
| Ferramenta | Como começas | Plano de trabalho | Preço público |
|---|---|---|---|
| worker.pt | Plano gratuito permanente, 3 orçamentos/mês, sem cartão | Pro 14,90 €/mês — orçamentos ilimitados, 1 utilizador | Sim |
| ObraCRM | 7 dias de teste sem cartão, sem plano gratuito | Essencial 35 €/mês — até 10 orçamentos/mês, 2 obras ativas, 3 utilizadores; Profissional 90 €/mês — ilimitado, 15 obras, 10 utilizadores | Sim |
| Edifika | Contacto comercial | Sob proposta — o site não publica valores | Não |
Valores da ObraCRM indicados como "sem IVA" no site oficial. Preços e limites podem mudar — confirma sempre no site de cada ferramenta antes de decidir. Comparações detalhadas em worker.pt vs ObraCRM e worker.pt vs Edifika.
Duas leituras destes números. Primeira: das ferramentas acima, só o worker.pt tem plano gratuito permanente — nas outras, ou testas durante 7 dias ou falas com um comercial. Segunda: o plano de entrada com preço público mais baixo da tabela custa 35 €/mês e ainda assim limita a 10 orçamentos por mês; o Pro do worker.pt fica em 14,90 € sem limite de orçamentos. A diferença de preço explica-se pelo âmbito — quem precisa de gerir 15 obras em paralelo com controlo financeiro está a comprar outra coisa.
Um orçamento feito à mão ou em Excel não tem mensalidade, mas tem custo escondido: tempo a recalcular fórmulas, risco de erro de cálculo em obras grandes, e uma imagem menos profissional para o cliente. Para uma empresa que faz 4–5 orçamentos por mês, o tempo poupado com um catálogo pré-preenchido costuma pagar a subscrição em poucas horas de trabalho.
Algumas ferramentas cobram por orçamento emitido; outras, como o worker.pt, cobram uma mensalidade fixa com orçamentos ilimitados a partir do plano Pro. Para quem orçamenta com regularidade, uma mensalidade fixa é mais previsível — não há surpresa na fatura por teres tido um mês bom.
Preços atuais, sem custos de implementação nem contrato mínimo. Os planos pagos podem ser cancelados a qualquer momento.
Os planos pagos são mensais, sem contrato mínimo, e podes mudar ou cancelar a partir da própria conta. Para veres estes valores lado a lado com outras ferramentas portuguesas, compara com a ObraCRM ou com a Edifika.
Independentemente da ferramenta que escolheres, confirma: (1) se o preço é público ou exige contacto comercial, (2) se há limite de orçamentos ou utilizadores, (3) se a faturação certificada AT está incluída ou é um módulo à parte, e (4) se existe período gratuito para testar antes de pagar.
Usamos cookies de análise para melhorar o site. Consulta a nossa política de privacidade.